“Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.” (II Timóteo 4:2)
A solene exortação do apóstolo Paulo ao jovem Timóteo, seu filho na fé e companheiro no ministério, enfatiza a mais urgente e inadiável tarefa da igreja: “Prega a palavra...”.
A história da Igreja não deixa dúvidas sobre a importância da pregação expositiva. O imensurável impacto da Reforma Protestante não tem outra explicação, exceto o zelo dos reformadores em expor as Escrituras. O reformador João Calvino tinha na exposição bíblica sua tarefa suprema. Calvino manteve-se firmemente compromissado com a pregação expositiva sequencial, e os efeitos da sua prédica dispensam comentários.
Exposição Bíblica foi a metodologia de ensino de Jesus no caminho de Emaús.
“E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.” (Lucas 24:27)
Fazendo uma sequência panorâmica dos principais textos do Antigo Testamento, Jesus ‘explicava as Escrituras’ enquanto seguia com os dois discípulos. Tendo sido bem instruídos, os apóstolos foram “como seu mestre” (Lucas 6:40). Por isso, a pregação apostólica também se destaca pela exposição das Escrituras.
Pregação expositiva é a metodologia mais digna de tratar o texto bíblico. Sua pressuposição básica é a suficiência das Escrituras, enraizada na certeza de que Deus tem nos dado na Sua Palavra tudo que “conduz à vida e à piedade” (II Pedro 1:3). Extrair essa verdade da Escritura e apresenta-la de modo didático, vibrante e desafiador é o grande alvo de todo servo fiel do Senhor. Busque pregar a Palavra de Deus somente. Nada além da Palavra de Deus. Somente a Palavra! Sola Scriptura!
Fazendo isso a Igreja do Senhor será forte, fiel, firme na doutrina do Senhor Jesus, nunca se desfiando aos modismos e heresias deste século. Sola Scriptura!